Da rotina nas ruas às férias no exterior: Por que sua proteção pessoal não pode ser genérica?
A liberdade de pilotar uma moto e a empolgação de viajar para o exterior têm algo em comum:
Ambas exigem sair da zona de conforto. Enquanto lembramos de proteger o veículo ou comprar passagens, muitas vezes esquecemos do nosso maior patrimônio: a integridade física e a estabilidade financeira. Seja no trânsito da cidade ou fora do país, imprevistos acontecem, e a proteção adequada evita que um acidente vire um prejuízo financeiro.
O risco diário: Proteção para quem pilota
Estar sobre duas rodas traz grande exposição ao risco. O seguro da moto conserta a lataria e o motor, mas quem paga suas contas se você precisar parar de trabalhar? É para isso que existem o Seguro de Acidentes Pessoais Individual (API) e o Seguro de Vida com DIT (Diária por Incapacidade Temporária).
Na prática:
Imagine o João, arquiteto autônomo que usa a moto para visitar clientes. Ele cai em um buraco, fratura a clavícula e precisa de 45 dias de repouso. O plano de saúde cobre o hospital, mas quem paga as contas do mês durante a recuperação?
A Solução:
Com o Seguro de Vida com DIT, ele recebe uma diária por cada dia em que ficar impossibilitado de trabalhar. Já o API com cobertura de Despesas Médicas (DMHO) reembolsa gastos com medicamentos e fisioterapia. É a garantia de manter a renda protegida.
O risco longe de casa: O perigo do seguro de "prateleira"
A necessidade de uma proteção personalizada continua ao carimbar o passaporte. Aceitar o seguro oferecido de forma automática pelo cartão de crédito ou pela companhia aérea pode ser uma armadilha, pois as limitações só aparecem na hora do aperto.
Na prática:
A Mariana viajou aos Estados Unidos contando apenas com o seguro do cartão de crédito. Teve uma crise de apendicite e a conta do hospital ficou em 30 mil dólares. Ao acionar a apólice, descobriu que a cobertura funcionava apenas por reembolso, exigindo que ela pagasse o valor do próprio bolso para tentar receber o dinheiro de volta depois.
Na prática:
João viajou ao Deserto do Atacama com um seguro contratado junto ao balcão de sua confiança, um produto genérico, porém, ao atravessar a fronteira de Argentina com Chile veio a óbito após 8 horas do ocorrido, ainda em transporte ao hospital. Não havia contratado esse plano junto ao corretor de sua moto, o que dificultou o atendimento de socorro, já que ninguém tinha acesso a apólice da assistência viagem, e quando seu corretor teve acesso, relatou que o translado de corpo que varia de R$45.000,00 até R$110.000,00 na apólice contratada era só de R$45.000,00 em solo internacional, sendo necessário um translado de valor superior ao R$45.000,000, sendo necessário desembolsar dinheiro particular, para completar o translado de corpo
A Solução:
Se Mariana tivesse contratado o Seguro de Viagem personalizado de acordo com suas vontades e necessidades com seu corretor de confiança que pudesse lhe atender, socorrer e orientado não teria passado pelo transtorno que foi.
Assim como se João tivesse feito o Seguro Viagem com o mesmo corretor de sua moto, talvez, não tivesse nem tivesse vindo a óbito, por conta da agilidade do socorro internacional, orientado de forma correta e profissional.
Se o segurado que está no exterior não tem ninguém em solo nacional para lhe ajudar, pode acabar gerando um atendimento pior por conta da falta de conhecimento e fragilidade por conta da situação, podendo trazer ao pior desfecho (óbito, invalidez permanente...). Além de que um contrato feito de forma genérica sem a consultoria adequada, pode vir a trazer, um custo inesperado e que poderia ser evitado, caso fosse um contrato feito com a consultoria adequada e embasada em indíces e informações verídicas baseadas nos acontecimentos recorrentes e dados.
Dica
Sempre contrate seu seguro viagem com o mesmo corretor do seu veículo, pois, ele lhe dará o suporte maior caso precise socorre internacional, por exemplo, em caso de acidente internacional, hospitalização e etc.